Hoje faço uma pausa na razão, e peço que todos o façam. Que calem suas mentes fervorosas de provas e objetivos, práticas e causas - pensemos somente no momento presente, e no que ele traz consigo. Entender o que se passa em nosso coração também é perceber o que estamos fazendo conosco e com os que nos cercam. Às vezes só percebemos o que realmente queríamos tarde demais, e nenhuma desculpa dada vai fazer o tempo retroceder e podermos então restaurar relações e oportunidades perdidas. Esta razão...tão amiga e tão cruel, usada em demasia causa "concretismo imóvel" e pouco usada deixa-nos em "flexibilidade exacerbada". Porém esqueçam desta querida algema que nos controla e soltos em nossos pensares busquemos o foco, o centro...mas não este que todos buscam: rumo, dinheiro, status e muita satisfação aos outros. O nosso centro, talvez possa-se dizer de força, já que o que realmente nos move são desejos, propósitos, sonhos...e quem tem contato com eles a não ser em
momentos de profunda nostalgia - de um tempo (talvez muito atrás) em que escutávamos a voz do coração e seguíamos os impulsos a que ele sussurava-nos por dentro. Abafamos a voz que nos guiava por conta de sociedade, família, medo, ansiedade, incompreensão. E vai o tempo fora e fica a angústia nociva, corrosiva...perdemos tempo indo para longe de nós mesmos para depois começarmos o caminho de volta e encontrarmos a paz. Não seria melhor fazê-lo hoje? Ou será que esperamos o derradeiro momento em que sufocados, amargurados, debilitados - vamos ver o quão influenciáveis fomos e inocentes ao abandonarmos o NOSSO CAMINHO pelo conselho dos outros???
Não espere pelo desânimo, pela dor, pelo stress, pela raiva...faça hoje a dominação de você mesmo e deixe esta razão para depois.
Não espere pelo desânimo, pela dor, pelo stress, pela raiva...faça hoje a dominação de você mesmo e deixe esta razão para depois.
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